Sinter anuncia pagamento de mais 31 professores referente a ação de 1/3 de férias

Por: Pablo Sérgio

No final da tarde de ontem, 14, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Roraima (Sinter) anunciou mais uma conquista judicial para os trabalhadores em educação da rede estadual de ensino, referente a ação de 1/3 de férias com entrega de alvarás para pagamento de 31 trabalhadores em educação.

Segundo a entidade sindical, sobre a questão do 1/3 de férias dos trabalhadores em educação, devidos pelo Estado, o Sinter ingressou com ações individuais tendo resultado positivo por parte da Justiça já em 2016, sendo que agora esses processos estão em fase de execução (em fase de liquidação de sentença) e a expectativa é de que no decorrer desse ano muitos professores tenham seus valores depositados em conta.

“Importante esclarecer que os alvarás autorizativos de pagamento que estão sendo expedidos pela Justiça são os referentes às ações que foram dadas em 2015, 2016 e 2017. E esses alvarás estão sendo expedidos pela Justiça por grupos. Cabendo aos professores em educação que ainda não foram convocados para receber seus alvarás aguardarem o chamamento do Sinter, que provavelmente ocorrerá no decorrer de todo este ano”, esclareceu o diretor do departamento jurídico do Sinter, professor Jefferson Dantas.

Ele esclareceu também que existem vários processos que já estão com valores em penhora ou com a determinação de bloqueio por parte da justiça com depósitos em conta judicial referentes, inclusive, às ações de 2018, o que vai dar celeridade a finalização de algumas ações.

 

De acordo com o diretor do departamento dos professores estaduais do Sinter, professor Valdemar Júnior, o pagamento de ações do 1/3 de férias que começou a ser pago desde o ano passado reflete na seriedade que o sindicato tem em relação à busca dos direitos dos trabalhadores em educação.

“Importante esclarecer aos nossos sindicalizados que estamos alertas na defesa dos direitos de nossa categoria. Quando não conseguimos preservar esses direitos pela via administrativa buscamos pela via judicial e apesar de ser um caminho demorado pela própria dinâmica da Justiça, sempre conseguimos atingir nossas metas”, disse o professor Valdemar  Júnior.

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