Dirigentes do Sinter fazem visitas de esclarecimento na escola Mariano Vieira, em Normandia

Por: Pablo Sérgio

Na última terça-feira, 12, membros da direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Roraima (Sinter) esteve na sede do município de Normandia, na escola estadual Mariano Vieira, para tirar dúvidas e prestar esclarecimentos aos trabalhadores em educação federais e estaduais daquela localidade.
A visita ao município foi uma solicitação dos trabalhadores em educação de Normandia que estavam ávidos em obter informações sobre o calendário escolar de 2019, sobre as ações da categoria impetradas pelo sindicato e de interesse dos trabalhadores.
De acordo com a professora Cheiliana Lima, diretora de Formação Política Sindical do Sinter, a reunião foi muito positiva pois foi possível prestar os esclarecimentos necessários para os trabalhadores e, ao mesmo tempo, ouvir as preocupações e sugestões da base para os encaminhamentos que a entidade deve ter sobre os assuntos discutidos.
“Na oportunidade foram escolhidos os trabalhadores em educação da escola Mariano Ribeiro que vão participar do encontro dos representantes que o Sinter vai realizar na próxima semana. Também realizamos novas filiações e ao final ficou clara a necessidade de intensificamos esse contato de forma mais permanente por parte de todos os envolvidos”, observou Cheiliana Lima.
Por sua vez, o professor Jefferson Dantas destacou a importância desses encontros com os trabalhadores em educação em seus locais de trabalho, principalmente dos que trabalham no interior.
“Constatamos que os trabalhadores do interior estão bastante insatisfeitos com a imposição do calendário escolar que terão que pagar aulas aos sábados e ficar sem férias no final do ano, num total desrespeito aos professores, aos pais de alunos e, principalmente, aos alunos”, ressaltou.
Durante a reunião, Jefferson Dantas, fez questão de reafirmar o compromisso da direção do Sinter na defesa dos interesses dos trabalhadores em educação.
“Importante destacar que estamos atentos aos problemas que os trabalhadores em educação estão enfrentando e para cada situação especifica buscamos resolver de maneira cordial pela via administrativa e esgotadas todas as possibilidades quanto ao diálogo, seguimos para o caminho jurídico, pois o que não podemos é deixar a categoria desamparada e tendo seus direitos desrespeitados”, concluiu.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Traduzir »